"Não importa de modo algum o que está acontecendo. Siga fazendo a morte, o importante é a morte de segundo a segundo, continuem praticando a morte e o desdobramento astral e verão os resultados que irão ter." V.M. Rabolú
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
NASA OCULTOU DESCOBERTA DE EDIFICAÇÕES NA LUA, AFIRMAM EX-FUNCIONÁRIOS - NOVEMBRO DE 2014
Ex-funcionários da NASA afirmam terem visto e possuírem evidências de que as missões da Apolo tinham o propósito concreto de estudar edificações fotografadas por sondas não tripuladas
Por Leonardo Vintiñi, Epoch Times
“Edifícios em ruínas; prédios na superfície da lua; edifícios aparentemente muito antigos. Porém, quem os construiu? Nós, os humanos? Obviamente não. Só se chegava a uma conclusão: Esta era uma obra de uma civilização não humana”. Juan José Benitez – jornalista investigativo espanhol (do programa de televisão “Planeta Encantado”)
Pouco depois do módulo “Eagle” pousar na superfície da lua em julho de 1969, a frequência cardíaca de Neil Amstrong acelerou à 160 pulsações por minuto. Segundo a NASA, o coração do astronauta estava acelerado devido à coleta de pedras para o módulo lunar. Porém, depois de quatro décadas do primeiro pouso na lua, outra versão questiona a verdadeira origem da excitação que os astronautas sofreram na missão Apolo. Uma versão muito mais obscura afirmou: “Não foi o insignificante peso das rochas que excitou o coração de Amstrong, e sim a visão daquele edifício”, assegura o escritor J.J. Benitez na série de televisão “Planeta Encantado”.
Segundo Benitez, o verdadeiro motivo das missões “Apolo” consistia em documentar, da melhor forma possível, certas construções que haviam sido fotografadas por satélites americanos não tripulados. “Tudo estava minuciosamente programado”, relatou o investigador.
Desde que a Apolo 11 regressou de sua titânica proeza, muitos funcionários de alta patente, responsáveis pelas missões lunares, insinuaram a existência de uma descoberta de magnitude espetacular, a qual foi omitida pela agência espacial norte americana à imprensa internacional. “Nossos astronautas observaram ruínas de cidades lunares, pirâmides transparentes, cúpulas e Deus sabe mais o que”, contou o ex-assessor científico da Apolo 11, Richard Hoagland.
“Os astronautas também trouxeram alguns produtos artificiais, cujas tecnologias já foram utilizadas pelos Estados Unidos, Rússia, China, Índia e Japão” disse Hoagland. “Os americanos trouxeram para a Terra um segredo surpreendente descoberto durante a permanência dos astronautas na Lua, e mantiveram este segredo de forma confidencial durante muitos anos”.
O jornalista espanhol Pepe Ortiz confessou que o ex-chefe de telecomunicações da Apolo 11, o engenheiro americano Alan Davis, também havia comentado sobre os supostos materiais selenitas referidos por Hoagland. “A NASA possui restos dessas ruínas, os quais já foram analisados”, assegurou Ortiz no programa de televisão Quarto Milênio.
20 de julho de 1969: O que nunca foi visto
A base coordenada pelo engenheiro Alan Davis, situada nas ilhas de Antigua, era responsável por retransmitir o sinal proveniente da Apolo 11 para a base de Houston, nos EUA. A existência de um atraso de 10 segundos na retransmissão, permitia à Davis cortar o sinal ante qualquer eventualidade, antes que esta chegasse à tela da TV de milhões de pessoas ao redor do mundo. Em poucas palavras, absolutamente tudo o que a NASA quis omitir durante a viagem da Apolo 11, não chegou aos olhos dos telespectadores.
Os segundos de atraso com a base de Houston foram efetivamente aproveitados quando Davis decidiu censurar a transmissão do sinal depois que aquelas instalações em ruína apareceram na tela de seu monitor. Desta forma, a verdadeira finalidade da missão Apolo 11 iria ficar oculta da opinião pública durante quase quatro décadas.
No entanto, aquela informação valiosa acabou saindo das mãos de muitos dos maiores personagens envolvidos no encobrimento. Em particular, o próprio Alan Davis, que depois de sua aposentadoria decidiu passar os últimos dias de sua vida na Espanha, acabou se convertendo em uma das peças chave para revelar o segredo espacial.
“Poderia ser uma civilização que vivia na Lua” narrava Davis, muitos anos depois do 20 de julho de 1969. “Havia ruínas que não podiam ser simplesmente uma rocha em cima da outra; havia lacunas que podiam ser janelas ou portas. Havia vários tipos de portais. Uns começando ao nível de um metro de altura, os quais podiam ser janelas, e outros mais largos ao nível da terra e podiam ser portas”.
As fotos da polêmica
Ken Johnston, ex-diretor da Seção de Conservação de Fotos do Laboratório da NASA, foi outra pessoa que sacudiu a comunidade científica quando declarou abertamente que muitas fotos da missão Apolo haviam sido alteradas antes de sua publicação, e que muitas outras foram destruídas.
Segundo Johnston, em muitas delas é possível observar claramente como certos monólitos e outras construções foram apagadas das fotografias de forma desajeitada com uma lâmina e um aerógrafo. Muitas também foram submetidas a um tratamento que ironicamente foi apelidado como “Photoshop” daquele tempo. Em diversas outras imagens, mediante o uso de software gráfico, centenas de aficionados acreditam poder “recuperar” visualmente as estruturas que foram apagadas antes da NASA difundir as fotos.
Richard Hoagland, assessor científico durante o programa Apolo, fez incisão sobre os múltiplos “arco-íris” que aparecem nas imagens lunares. De acordo com Hoagland, este efeito é causado por cúpulas de cristal refletidas sobre o satélite, todas pertencentes a uma civilização extraterrestre desconhecida.
“Na Lua não há água, não há atmosfera, e não há impurezas que se depositam no cristal que podem tornar as estruturas frágeis. Então, isto torna o cristal um material estrutural” disse Hoagland. “Quando construções de cristal são erguidas na Lua, são 20 vezes mais fortes que o aço”.
Outro personagem chave na polêmica de imagens, seria o sargento da Força Aérea dos EUA, Karl Wolfe, o qual foi designado para uma base na Virginia para trabalhar como arquivista de fotografias obtidas da órbita lunar.
Segundo Wolfe, enquanto trabalhava na base, teve a oportunidade de apreciar muitas imagens controversas referentes ao lado escuro da Lua.
“(Pude ver) Figuras geométricas, torres, construções esféricas muito altas e estruturas parecidas a pratos de radar, porém de proporções colossais”.
FONTE: EPOCH TIMES
MARCADORES: ASTRONOMIA, ASTRONÁUTICA, NASA, PROJETO APOLO, MISSÃO APOLO 11, LUA, PLANETA TERRA, CIVILIZAÇÃO LUNAR?, SELENITAS
domingo, 9 de novembro de 2014
TRILHA SONORA COMPLETA DA MINISSÉRIE A CASA DAS SETE MULHERES. MARCUS VIANA - SETE VIDAS, AMORES E GUERRAS (2003)
MARCADORES: MINISSÉRIE A CASA DAS SETE MULHERES (2003), REDE GLOBO, TRILHA SONORA, MÚSICA, CANÇÕES, MARCUS VIANA, ADRIANA MEZZADRI, SUCESSO NACIONAL E INTERNACIONAL, SUL DO BRASIL, RIO GRANDE DO SUL, REVOLUÇÃO FARROUPILHA, TEMAS MUSICAIS POR ORDEM: 01 - SINFONIA PlATINA, 02 - NA VASTIDÃO DOS PAMPAS, 03 - POR HONRA E GlÓRIA, 04 - CAVALGANDO PELA LIBERDADE, 05 - SETE VIDAS, 06 - DO AMOR E DA GUERRA, 07 - MINUANO, 08 - CAVALO BAIO, 09 - PRENDA MINHA, 10 - RIO GRANDE, 11 - A RETIRADA, 12 - UMA VOZ NO VENTO, 13 - TEMA DA BATALHA, 14 - Il DIO DEI BUONI, 15 - CRISTAIS, 16 - Do AMOR E DA GUERRA II, 17 - PRENDA MINHA II, 18 - VIDAS, AMORES E GUERRAS
domingo, 2 de novembro de 2014
CHILE ALERTA PARA TSUNAMI APÓS TERREMOTO DE MAGNITUDE 6,0 - NOVEMBRO DE 2014
DO ESTADÃO CONTEÚDO
Santiago - Chile emitiu alerta de tsunami para cidades situadas ao longo da costa do Oceano Pacífico, após um forte terremoto ser sentido longe da costa do país.
O terremoto de magnitude de 6,0 foi registrado mais cedo neste sábado. O Serviço de Geologia dos EUA disse que o centro do terremoto foi no Oceano pacífico a 544 quilômetros a sudeste da Ilha de Páscoa a uma profundidade de 10 quilômetros.
A ilha é famosa pelas estátuas monumentais conhecidas como Moais, que foram criadas pelo povo Rapa Nui. Localizada a 3.700 quilômetros da costa chilena, a ilha possui 6 mil pessoas.
FONTE: EXAME
MARCADORES: ILHA DE PÁSCOA, CHILE, COSTA CHILENA, OCEANO PACÍFICO, TERREMOTO, ALERTA DE TSUNAMI
sábado, 1 de novembro de 2014
EBOLA JÁ INFECTOU 13.567 PESSOAS E MATOU 4.951, SEGUNDO OMS - NOVEMBRO DE 2014
Número total diminuiu, pois casos suspeitos na Guiné foram descartados.
Transmissão continua intensa em Guiné, Libéria e Serra Leoa.
Do G1, em São Paulo
A atual epidemia de ebola matou 4.951 pessoas, de um total de 13.567 infectados, de acordo com balanço divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (31). O balanço leva em conta os casos confirmados, suspeitos e prováveis registrados até o dia 29 de outubro.
O número total de casos é menor do que o divulgado no balanço anterior da OMS porque houve casos suspeitos, principalmente na Guiné, que foram descartados.
Os países com transmissão intensa da doença continuam sendo Libéria, Guiné e Serra Leoa. Também foram registrados casos no Mali, na Espanha, nos Estados Unidos, na Nigéria e no Senegal. Estes dois últimos países já foram declarados livres do vírus na semana passada.
Veja detalhes dos locais com contaminação:
Guiné: São 1667 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 1018 pessoas.
Libéria: ASão 6.535 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 2.413 pessoas.
Serra Leoa: Foram 5.338 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 1.510 pessoas.
Espanha: Houve apenas um caso confirmado, o da enfermeira Teresa Romero, que já foi curada.
Estados Unidos: Houve quatro casos da doença. Um dos pacientes morreu, um médico segue internado e duas enfermeiras foram curadas.
Mali: houve apenas um caso da doença por enquanto – uma menina de 2 anos que morreu. Nigéria: Foram 20 casos de ebola, entre confirmados e prováveis, que levaram a 8 mortes. O país já foi declarado livre da doença.
Senegal: Houve apenas um caso da doença e o paciente se recuperou. O país já foi declarado livre da doença.
FONTE: EBOLA G1
MARCADORES: EPIDEMIA DE EBOLA, RISCO GLOBAL
Do G1, em São Paulo
A atual epidemia de ebola matou 4.951 pessoas, de um total de 13.567 infectados, de acordo com balanço divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (31). O balanço leva em conta os casos confirmados, suspeitos e prováveis registrados até o dia 29 de outubro.
O número total de casos é menor do que o divulgado no balanço anterior da OMS porque houve casos suspeitos, principalmente na Guiné, que foram descartados.
Os países com transmissão intensa da doença continuam sendo Libéria, Guiné e Serra Leoa. Também foram registrados casos no Mali, na Espanha, nos Estados Unidos, na Nigéria e no Senegal. Estes dois últimos países já foram declarados livres do vírus na semana passada.
Veja detalhes dos locais com contaminação:
Guiné: São 1667 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 1018 pessoas.
Libéria: ASão 6.535 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 2.413 pessoas.
Serra Leoa: Foram 5.338 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 1.510 pessoas.
Espanha: Houve apenas um caso confirmado, o da enfermeira Teresa Romero, que já foi curada.
Estados Unidos: Houve quatro casos da doença. Um dos pacientes morreu, um médico segue internado e duas enfermeiras foram curadas.
Mali: houve apenas um caso da doença por enquanto – uma menina de 2 anos que morreu. Nigéria: Foram 20 casos de ebola, entre confirmados e prováveis, que levaram a 8 mortes. O país já foi declarado livre da doença.
Senegal: Houve apenas um caso da doença e o paciente se recuperou. O país já foi declarado livre da doença.
FONTE: EBOLA G1
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quinta-feira, 23 de outubro de 2014
CASO DE EBOLA DETECTADO EM NOVA YORK - OUTUBRO DE 2014
AFP - Agence France-Presse
Um médico recém-chegado da África foi hospitalizado nesta quinta-feira em Nova York com o vírus Ebola, anunciou o jornal New York Times.
Craig Spencer foi internado de urgência com febre alta e dores abdominais, e os exames preliminares revelaram a presença do Ebola.
Os exames devem ser confirmados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
O médico esteve na Guiné, um dos três países afetados pela epidemia de Ebola, junto à Serra Leoa e Libéria.
Spencer trabalhou para a Médicos sem Fronteiras na Guiné e tratou de pacientes com o vírus, destaca o New York Times.
O médico está internado no hospital Bellevue de Manhattan, preparado especialmente para tratar casos de Ebola em Nova York.
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, e o governador do Estado, Andrew Cuomo, concederão uma entrevista coletiva em breve.
FONTE: ESTADO DE MINAS
MARCADORES: EPIDEMIA DE EBOLA, ESTADOS UNIDOS, AMÉRICA DO NORTE, CONTINENTE AMERICANO
terça-feira, 21 de outubro de 2014
TREMORES ATINGEM COSTAS DO CEARÁ E PERNAMBUCO - OUTUBRO DE 2014
Carmen Pompeu, do Estadão Conteúdo
Fortaleza - O Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) registrou, por meio do Serviço Meteorológico dos Estados Unidos, três terremotos a 1.270 quilômetros da costa cearense, e um outro tremor próximo à costa pernambucana no domingo, 19, e nesta segunda, 20.
"Não há motivos para pânico, mas é sempre bom a gente saber, pois é uma atividade sísmica ativa, que existe no Oceano Atlântico e pode ser sentida com mais intensidade na nossa costa, como aconteceu em 1972, quando foi registrado um terremoto de sete graus de magnitude", disse o pesquisador da UFRN, Joaquim Mendes Ferreira.
Os três tremores aconteceram em um aglomerado ao norte da costa do Ceará. O primeiro aconteceu às 20h51 (horário de verão), com magnitude de 4,9 graus na escala Richter, que vai até nove graus.
O segundo terremoto foi às 21h06 também com 4,9 graus. Já aos 56 minutos desta segunda-feira houve um abalo de 4,8 graus.
Na costa de Pernambuco, também foi registrado, no domingo, um outro tremor de 4,8 graus às 23h46, com epicentro localizado a aproximadamente 775 quilômetros do nordeste da Ilha de Ascensão.
Outros tremores
O maior tremor verificado neste ano ocorreu em 27 de julho, com 6,0 graus, a 2,8 mil quilômetros de Belém (PA). No dia 12 de outubro, um tremor de magnitude 5,3 graus foi anotado pelo Serviço Meteorológico dos Estados Unidos.
O epicentro daquela vez foi a 951 quilômetros a sudoeste da Ilha de Santa Helena e a 3.220 quilômetros do Rio de Janeiro.
A terra no Nordeste está tremendo em escalas abaixo de dois graus diariamente em áreas cearenses e potiguares.
"São eventos na área de Sobral, no Ceará; e Pedra Preta, no Rio Grande do Norte, que têm áreas sísmicas ativas. Não dá para prever se podem acontecer grandes tremores como estão acontecendo na Cordilheira Meso Oceânica", explica Joaquim Ferreira.
FONTE: EXAME.COM
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quarta-feira, 15 de outubro de 2014
SOBE PARA 4.493 O NÚMERO DE MORTOS POR EBOLA DESDE O INÍCIO DO ANO - OUTUBRO DE 2014
Novo balanço da Organização Mundial da Saúde foi divulgado nesta quarta-feira e indicou que 49,9% dos infectados morreram pela doença
A febre hemorrágica causada pelo vírus ebola matou 4.493 pessoas de um total de 8.997 casos registrados em sete países (Libéria, Serra Leoa, Guiné, Nigéria, Senegal, Espanha e Estados Unidos), segundo o último balanço mundial divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira. Os dados mostram que 49,9% das pessoas infectadas morreram da doença. Os números foram coletados até o dia 12 de outubro.
O balanço anterior da OMS, feito com informações reunidas até 8 de outubro, contabilizava 4.033 mortos de 8.399 casos registrados. Estes números indicam que, em quatro dias, 460 morreram pela doença.
A OMS decidiu dividir em dois grupos os países afetados pela epidemia. Compõem o primeiro grupo os três países mais atingidos (Libéria, Serra Leoa e Guiné), e o segundo grupo é formado por Nigéria, Senegal, Estados Unidos e Espanha.
A epidemia, a mais grave desde que o vírus foi identificado, em 1976, começou na Guiné no fim de 2013. Desde então, foram registrados 2.458 mortos de 4.249 casos na Libéria — o país mais afetado — 1.183 mortos de 3.252 casos em Serra Leoa, e 843 mortos em 1.472 casos na Guiné.
O balanço na Nigéria e no Senegal está inalterado neste último balanço, sendo 20 casos e 8 mortos na Nigéria e um caso no Senegal, de um estudante guineano que teve sua cura anunciada pelas autoridades em 10 de setembro.
Nos Estados Unidos, três casos foram registrados, sendo que um deles, um paciente liberiano, morreu da doença. A Espanha registrou uma infecção, a primeira fora da África, de uma auxiliar de enfermagem que cuidou de dois missionários infectados pelo vírus e repatriados a Madri, onde morreram em agosto e setembro.
Profissionais de saúde têm sido particularmente afetados pela doença, com 236 mortos de um total de 427 infecções em todos estes países. No total, 96 funcionários sanitários morreram na Libéria, 95 em Serra Leoa e 40 na Guiné, assim como cinco na Nigéria.
*AFP
FONTE: ZERO HORA
MARCADORES: EPIDEMIA DE EBOLA, ÁFRICA, RISCO GLOBAL
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