quarta-feira, 8 de julho de 2015

EXPERT FALA SOBRE EVIDÊNCIAS DE REENCARNAÇÃO E VIDAS PASSADAS / ARTIGO DO EPOCH TIMES - JULHO DE 2015




Por Tara Maclssac

O universo é cheio de mistérios que desafiam o nosso conhecimento atual. Em “Além da Ciência”, o Epoch Times coleta histórias sobre alguns estranhos fenômenos para estimular a imaginação e abrir a mente para novas possibilidades. Elas são reais? Você decide. 

 O Dr. Jim Tucker teve o privilégio de ser lecionado por estudiosos reconhecidos mundialmente. Seu antecessor em estudos de reencarnação na Universidade de Virgínia, o Dr. Ian Stevenson (1918-2007), ganhou o respeito da Comunidade Americana de Ciência por suas análises sóbrias, mesmo que não tenha convencido a todos de que a reencarnação definitivamente exista. 

 Mesmo estando nos EUA, grande parte de suas pesquisas foram realizadas na Ásia. Agora, o Dr. Tucker está trazendo a pesquisa para a América, um movimento com tantos benefícios quanto desafios. 

Aqui você não encontra facilmente um Budista disposto a falar sobre vidas passadas, ou alguém disposto a ouvir o que seu filho tem a dizer sobre vidas passadas. 

O Dr. Stevenson documentou milhares de casos de crianças que pareciam lembrar de suas vidas passadas, e algumas ‘lembranças’ eram tão precisas que Stevenson pôde rastrear as encarnações passadas. Ele encontrou relatórios médicos e outros documentos que confirmam os relatos que as crianças deram sobre suas vidas passadas. Estes são chamados de casos de reencarnação “resolvidos”. 

Entretanto, os casos asiáticos convincentes correm o risco de serem rotulados na América como sendo influenciados psicologicamente pela crença local. 

Nos EUA, se uma criança fala sobre outra mãe, neto ou sobre o fogo no qual ela morreu, os pais não são tão ágeis para pensar que é uma possível memória de vidas passadas.

 A preocupação de que a família pode ter influenciado a criança com perguntas ou conversas sobre vidas passadas não acontece nos EUA. “Nós não temos a preocupação com fatores culturais, que são grandes influenciadores em casos asiáticos”, disse o Dr. Tucker. 

 Quando ninguém está procurando por memórias de vidas passadas, elas são mais difíceis de serem encontradas. Porém, o Dr. Tucker já realizou grandes estudos nos EUA, incluindo alguns casos resolvidos que podem ser comparados com aqueles encontrados pelo Dr. Stevenson na Ásia.

 Longe de promover conversas sobre vidas passadas, algumas famílias americanas que o Dr. Tucker trabalhou já foram totalmente contra essa crença. Só depois de surgir evidências convincentes sobre memórias de vidas passadas, evidências fortes o suficiente para fazer pais céticos acreditarem, que o Dr. Tucker passou ouvi-los. 

 Por exemplo, um cristão evangélico em Louisiana, que era completamente resistente à ideia de reencarnação, foi convencido pelo seu filho a partir de detalhes que ele deu. 

 Quando seu filho, James Leininger, tinha 2 anos de idade, ele começou a ter pesadelos horríveis com quedas de avião. O menino disse que foi derrubado pelos japoneses, que seu avião decolou do navio Natoma, e que ele tinha um amigo chamado Jack Larson. Ele também identificou o local onde caiu o avião, na ilha Iwo Jima, através de uma foto. 

 Iwo Jima é uma ilha que os EUA lutou para capturar em 1945. O Natoma estava realmente envolvido na batalha pela Iwo Jima. Um piloto morreu nesta batalha, e um outro piloto chamado Jack Larson também estava em Iwo Jima. 

 Leininger começou dizendo que ele era o terceiro James. O piloto que morreu na batalha por Iwo Jima era chamado James Huston Jr. Isso tornaria James Leininger o terceiro James, se ele realmente for a reencarnação do piloto. 

 Dr. Tucker teve uma criação católica. Quando questionado sobre como sua família se sente sobre sua pesquisa, ele disse, “eu não sei ao certo como eles se sentem sobre isso”. Sua mãe dá suporte, embora ele ache que ela não está convencida de que a reencarnação exista. Sua esposa e seus filhos dão todo apoio. 

 Ele também tem sorte de trabalhar com colegas que o apoiam. A divisão de estudos sobre Percepção na Universidade de Virginia reúne pesquisadores que investigam experiência de quase morte, aparições, visões no leito da morte e outros temas relacionados à consciência humana.

 “Você nunca sabe quem vai ser receptivo sobre isso”, disse o Dr. Tucker. “É diferente, com certeza, mas eu acho que estamos abordando o tema a partir de uma perspectiva racional e funciona assim para qualquer abordagem científica de curiosidade, tentando aprender sobre o que está acontecendo sem ter qualquer ideia preconcebida.” 

 Ele também realiza pesquisas convencionais ao lado de seus estudos sobre reencarnação. Os métodos convencionais de investigação científica são capazes de medir fenômenos com uma certa certeza, mas o Dr. Tucker disse que há muitos assuntos importantes que não se estuda da maneira convencional. No entanto, eles ainda devem ser explorados. 

Os benefícios da pesquisa sobre reencarnação 


 A pesquisa sobre reencarnação pode ajudar algumas crianças que estão passando por momentos difíceis a lidar com memórias de vidas passadas. Tais crianças podem até mesmo experimentar sintomas de transtorno de estresse pós-traumático, causados por suas visões do momento de sua morte. Alguns têm fobias relacionadas com estas visões traumáticas, e algumas simplesmente sentem tanta falta de seus familiares antigos que se tornam muito agitadas. Em muitos casos, as crianças que visitaram as famílias de suas encarnações passadas conseguiram resolver seus problemas. 

 O Dr. Trucker explicou que, às vezes, isso pode ajudar porque as memórias da criança foram validadas, ou porque a criança pode ver que a antiga família mudou e que aquela vida está no passado. De qualquer maneira, as crianças costumam parar de falar sobre suas vidas passadas em torno de 6 ou 7 anos. 

 Outra forma na qual a pesquisa pode ajudar os americanos, é que ela confirma a crença na vida após a morte. O Dr. Tucker disse que sua pesquisa pode ajudar as pessoas a tratar melhor uns aos outros, embora ele diga que qualquer crença espiritual, seja em reencarnação ou não, pode ajudar nesse sentido. 

 Será que algum dia os americanos serão tão abertos à ideia de reencarnação como as pessoas da cultura oriental? “Eu não vejo a cultura americana necessariamente se movendo nessa direção”, disse o Dr. Tucker. Cerca de 20% dos americanos acreditam que a reencarnação pode existir, e segundo ele não há nenhuma indicação de que este número esteja aumentando. Porém, talvez os americanos passem a acreditar em reencarnação depois de exemplos dentro de sua própria cultura de crianças que se lembram de vidas passadas, em vez de exemplos em aldeias do outro lado do mundo. 

 Quanto aos vários detalhes que as crianças dão de suas vidas passadas que correspondem com pessoas reais que morreram, o Dr. Tucker diz que “isso desafia o entendimento de que esses casos são apenas coincidências”.

 Ele deu o exemplo de uma mulher no Líbano, que deu o nome de 25 pessoas que ela lembrava de vidas passadas, e uma descrição de seus relacionamentos. Em seu livro, “Return to Life: Extraordinary Cases of Children Who Remember Past Lives” (De Volta à Vida: Casos Extraordinários de Crianças que Lembraram de Vidas Passadas), o Dr. Tucker deu vários exemplos de crianças nos EUA e no exterior, cuja aparente lembrança de vidas anteriores confirmaram sua crença em vida após a morte.


FONTE: EPOCH TIMES



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terça-feira, 30 de junho de 2015

CIENTISTAS REVELAM RISCO DE "TSUNAMI MORTAL" VINDO DE ASTEROIDE DESTRUIR A TERRA - JUNHO DE 2015





Sempre eles. Ao que parece 2015 está sendo o ano dos asteroides na Terra. Depois daquele que “seria enviado por Deus”, chegou a hora de mais um deles ser o causador da futura destruição do planeta — ou pelo menos de parte dele. É o que aponta um estudo publicado no Reino Unido. 

 Para comemorar o Dia do Asteroide (sim, a data existe), que aconteceu nesta terça-feira (30), especialistas divulgaram a possibilidade de um “tsunami vindo de asteroide” matar milhões de pessoas que vivem em costas pelo mundo. Tudo isso foi previsto através de uma ferramenta inovadora. 

Segundo os pesquisadores, existem milhões de asteroides no Universo, mas conhecemos apenas 13 mil, sendo que 500 deles têm potencial de atingir a Terra. Mas se apenas um deles se chocasse com o planeta, poderia acabar com boa parte da vida humana. 

 O exemplo dado, é claro, foi o do Reino Unido. Se um deles se chocasse na Terra naquela região, toda ela seria devastada e o que sobrasse seria engolido por um maremoto gigantesco, que geraria tsunamis brutais. Sim, um cenário nada animador, convenhamos. 

 “Esse novo software não só nos permite ver onde um impacto é provável, mas também simula o que ocorreria se tentássemos desviá-lo, por exemplo, usando uma nave. É fácil ser leviano devido aos efeitos de Hollywood, mas o risco de tragédias é real”, explica o cientista Hugh Lewis, um dos responsáveis pelo projeto. 

O último asteroide a colidir com a Terra foi o Tunguska, em 1908. Naquela época ele se chocou com o planeta liberando uma força relativa a mil (isso mesmo) bombas atômicas e destruindo uma área de nada menos do que 2.149.690 km².


FONTE: YAHOO



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quinta-feira, 25 de junho de 2015

MÚSICA ÉPICA / PLANETA X - JUNHO DE 2015




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quinta-feira, 18 de junho de 2015

TERREMOTO NO ATLÂNTICO SUL, DE MAGNITUDE 7.0 NA DORSAL MESO-OCEÂNICA, NO DIA 17 DE JUNHO DE 2015



Magnitude: 7.0 graus 
 Profundidade: 10 km 
Energia: 474330 Toneladas de TNT (24 Bombas atômicas)


Vamos ver se eu entendi. Um terremoto dessa magnitude ocorreu ontem, bem perto do nosso território (o epicentro foi a 2.800 km da capital do Espírito Santo, Vitória, e a 2.860 km da cidade de Rio de Janeiro) .... e a imprensa brasileira não destacou isso?


POSTAGEM RECOMENDADA: RISCO DE TSUNAMI NO ATLÂNTICO SUL?


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domingo, 14 de junho de 2015

SERIADO VIKINGS, TRILHA SONORA DA TERCEIRA TEMPORADA - JUNHO DE 2015







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domingo, 7 de junho de 2015

ASTEROIDE ICARUS PASSARÁ PRÓXIMO DA TERRA NUMA TERÇA-FEIRA, DIA 16 DE JUNHO DE 2015




A última passagem do asteroide ICARUS próximo ao nosso mundo ocorreu em 1996, sendo que ficou a pouco mais de 14 milhões de quilômetros de distância. No próximo dia 16 de Junho de 2015, a distância será de cerca da metade da anterior, ou seja, ficará bem mais próximo, mas os astrônomos afirmam que não existirá risco para a Terra. 

Esse evento astronômico poderá ser acompanhado pela internet, no site cujo link posto logo abaixo.


http://www.virtualtelescope.eu/webtv/


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segunda-feira, 1 de junho de 2015

SISMÓLOGOS ALERTAM PARA RISCO DE 'BIG ONE' NO JAPÃO APÓS TERREMOTO DE SÁBADO, 30 DE MAIO - JUNHO DE 2015






AFP/ Agence France-Presse

Sismólogos pediram neste domingo ao Japão para que se mantenha alerta diante de um possível "Big One", depois que um forte terremoto de magnitude 7,8 atingiu a costa do país e deixou uma dezena de feridos. Os edifícios tremeram durante quase um minuto em Tóquio e áreas vizinhas na noite de sábado pelo terremoto que ocorreu em uma parte remota do Oceano Pacífico, a 874 quilômetros ao sul da capital, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). 

Segundo o USGS, o epicentro do terremoto foi a 676 quilômetros abaixo da superfície. Doze pessoas ficaram feridas e nenhum morto foi registrado até o momento. 


O terremoto de sábado foi o segundo em magnitude ocorrido em Tóquio dentro de uma semana, após o terremoto de segunda-feira, menos intenso mas também menos profundo. 


Alguns especialistas advertem que os recentes terremotos e erupções vulcânicas podem ser sinais de que as áreas próximas do país estão entrando numa fase de mudanças na crosta terrestre. 


"O Japão está em um estágio ativo agora", disse à AFP Toshiyasu Nagao, diretor do Centro de Predição e Pesquisa de Terremotos da Universidade de Tokai. "Devemos estar atentos sabendo que (...) um terremoto com uma magnitude suficiente para afetar nossa sociedade pode ocorrer a qualquer momento no futuro", explicou. 


O Japão está na junção de quatro placas tectônicas e abriga 20% dos terremotos mais poderosos que ocorrem a cada ano no mundo, embora geralmente não causem grandes danos, já que as regras para a construção de edifícios é bastante rigorosa.



FONTE: ESTADO DE MINAS


MARCADORES: JAPÃO, TERREMOTO NO OCEANO PACÍFICO, RISCO DE TSUNAMI, RISCO DE 'BIG ONE'