quinta-feira, 28 de novembro de 2013

TERREMOTO DEIXA AO MENOS 7 MORTOS E 30 FERIDOS NO IRÃ



Epicentro do tremor teria ocorrido a cerca de 60 km da usina nuclear de Bushehr; países árabes temem acidente e contaminação radioativa na região 

Pelo menos 8 pessoas morreram e 190 ficaram feridas depois que um terremoto de 5,7 graus na escala Richter - seguido por vários tremores de intensidade semelhante - atingiu o sul e o oeste do Irã na tarde desta quinta-feira, 28.

 De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor teria ocorrido na cidade de Borazjan, cerca de 60 quilômetros da usina nuclear de Bushehr, a única instalação nuclear civil do Irã. Países árabes já expressaram preocupação sobre a confiabilidade de usina de Bushehr e os riscos de uma contaminação radiativa em caso de acidente causado por terremoto. O Irã e a Rússia, que terminou a construção da usina, sempre defenderam que a central nuclear respeita as normas internacionais e é inspecionada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). 

 De acordo com a emissora de TV local Press TV, várias casas foram danificadas e milhares de pessoas abandonaram suas residências com medo de desabamentos. Em várias cidades nas regiões atingidas pelos terremotos o fornecimento de energia foi interrompido. 

O Irã está localizado em uma região repleta de falhas geológicas. O país registra, em média, um abalo de menor intensidade por dia. Em abril, um terremoto de intensidade 6,1 matou 37 pessoas e deixou centenas de feridos em uma cidade perto de Bushehr. A usina nuclear, no entanto, não sofreu danos. / AFP, EFE e AP


FONTE: ESTADÃO


MARCADORES: IRÃ, TERREMOTOS, ENERGIA NUCLEAR, ATÔMICA, RISCO DE ACIDENTE NUCLEAR, HERCÓLUBUS


domingo, 24 de novembro de 2013

VULCÃO NA INDONÉSIA OBRIGA MILHARES DE PESSOAS A ABANDONAR SUAS CASAS



O governo do país ordenou retirada de 15 mil pessoas da região do Monte Sinabung, ao norte da ilha de Sumatra. Intensificação das erupções fez as autoridades elevarem o status de alerta a nível máximo. 

 O governo da Indonésia ordenou neste domingo (24/11) a retirada de 15 mil pessoas da região do Monte Sinabung, localizado ao norte da ilha de Sumatra. A medida de precaução foi tomada após o vulcão dar novamente sinais de atividade. Com a intensificação das erupções, o governo elevou o alerta ao nível máximo. 

 No início da madrugada, as autoridades pediram a transferência de moradores numa área de três quilômetros ao redor da montanha, mas após a elevação do nível do alerta, a medida foi expandida para um raio de cinco quilômetros.

 Em oito vilarejos ao redor do Monte Sinabung, mais 12 mil pessoas deixaram suas residências e foram levadas para acampamentos do governo. "Outras seis mil foram removidas para abrigos temporários em 16 locais", afirmou o porta-voz da Agência de Gestão de Desastres da Indonésia, Sutopo Purwo Nugroho. 

 Sinais de atividade desde setembro 

 O Ministério dos Transportes da Indonésia também pediu a companhias aéreas que evitem sobrevoar a área próxima ao vulcão. 

 Em setembro, o vulcão voltou a dar sinais de atividade, após três anos sem incidentes. Sua última erupção, em 2010, matou duas pessoas e forçou a retirada de 60 mil moradores. 

 O Monte Sinabung é apenas um dos 129 vulcões ativos na Indonésia, que é propensa a abalos sísmicos, devido à sua localização no chamado Anel de Fogo, região no Pacífico onde há terremotos frequentes e forte atividade vulcânica.


FONTE: TERRA


MARCADORES: ATIVIDADE VULCÂNICA, INDONÉSIA, EFEITOS DO PLANETA HERCÓLUBUS NA TERRA

sábado, 23 de novembro de 2013

SEM MISTICISMO - NIBIRU, HERCÓLUBUS, PLANETA X






Análise interessante - e rara - sobre Hercólubus. Assistam.


MARCADORES: EXOPLANETAS, SISTEMA SOLAR, OUTRO SISTEMA PLANETÁRIO, SISTEMA SOLAR DE TILO (DE ONDE VEM O PLANETA HERCÓLUBUS)


ATIVISTAS LGBT ATACAM DEPUTADA RUSSA NA ALEMANHA



Hoje, na Alemanha, vários ativistas LGBT atacaram a chefe da Comissão parlamentar russa para a Família, Mulheres e Crianças, Elena Mizulina, que chegou a Leipzig para participar da conferência "O Futuro das Relações Familiares". 

Além de Mizulina, vários representantes da delegação russa, incluindo a famosa historiadora e diplomata russa Natália Narochnitskaya, ficaram feridos. 

 Elena Mizulina declarou, em seu discurso na conferência, que se deve deixar de tratar os gays com indulgência. 

Ao mesmo tempo, ela observou que "na Rússia existe uma verdadeira e real liberdade de expressão, e ninguém pergunta a cada um a sua orientação". 

A mídia observa que o discurso da deputada russa foi acompanhado por gritos de ativistas gay que entoavam "É mentira!"

 "A conferência, cujo objetivo era a promoção dos valores tradicionais da família, realizou-se apesar de tudo", escreveu Mizulina em sua conta no Twitter.


FONTE: VOZ DA RÚSSIA


MARCADORES: TOTALITARISMO, LIBERDADE DE EXPRESSÃO SÓ VALE PARA UM LADO, AS DESGRAÇAS DO POLITICAMENTE CORRETO

FUKUSHIMA: RISCOS AUMENTAM


- Tomi Mori

Operação de retirada das hastes de combustível nuclear do reator 4 começou com sucesso; mas, inexplicavelmente, a próxima leva envolve as hastes mais radioativas, suscitando dúvidas de que a situação pode ser mais grave do que se admite.


Começou no dia 18 a retirada da primeira leva de hastes radioativas do reator número 4 da central nuclear de Fukushima. O primeiro grupo, de 22 hastes, foi retirado sem ter ocorrido nenhum problema durante o trabalho. 

 As hastes foram postas num contentor cilíndrico de 5,5m e cujo peso é de 91 toneladas, submerso no tanque onde se encontram as 1553 hastes que é preciso retirar. As hastes foram colocadas no contentor por um guindaste, uma por uma. Depois de postas as 22 hastes, o cilindro foi retirado por um guindaste do tanque e colocado num trailer, que o transportou para um novo tanque de armazenamento a cerca de cem metros. Os guindastes estão dotados de duplos cabos e travas de segurança, para evitar que em caso de terremoto o contentor possa cair. Também foram preparadas enormes molas para amenizar o choque, caso ocorra. Para os que acreditam que isso é um exagero, é necessário relembrar que, durante essa primeira semana de trabalho, ocorreram dois terremotos com epicentro no mar de Fukushima: o primeiro dia 21, cuja magnitude foi de 4.8 e o segundo, dia 22, com magnitude 4.4. 

 A TEPCO alega ter tomado todas as medidas para que o trabalho decorra com segurança mas, devido a todas as mentiras contadas, não existe ninguém que acredite que toda a verdade esteja a ser dita. Fica patente também a falta de informação existente, devido a todo o segredo que a TEPCO tem mantido e também pelo lamentável papel que os média mainstream têm desempenhado. A maioria dos meios de comunicações japoneses e também as agências internacionais têm repetido apenas as lacónicas informações apresentadas pela TEPCO e pelo governo japonês. As agências citam um ou outro especialista que comenta o assunto, mas nenhum órgão de comunicação se dispôs a investigar com profundidade esse que pode se transformar no maior desastre já criado pelas mãos humanas, caso ocorra, numa situação extrema, uma fissão nuclear. Seja por erros humanos ou desastres naturais como um terremoto ou mesmo um furação como o Haiyan, que formou algo parecido a um tsunami que devastou vários locais nas Filipinas. Os furacões passam por Fukushima anualmente e sempre causam preocupação, mas não existe uma única palavra dita pela TEPCO sobre esse problema. Segundo o cronograma da empresa, serão necessários 40 anos para terminar o processo, período no qual milhares de pessoas vão sair e entrar para concluir essa tarefa, o que acrescenta mais incertezas sobre como tudo isto irá acabar. Serão várias direções da TEPCO, um entra e sai de governo e ninguém para se responsabilizar pelas consequências.

RISCOS SÃO CRESCENTES

 Depois de ter retirado essa primeira leva de hastes, a TEPCO declarou que irá parar os trabalhos para analisar todo o processo desenvolvido, antes de reiniciar a remoção de um novo grupo de hastes. 

 As informações são precárias, e somos forçados a chegar às próprias conclusões com o que temos em mãos. Segundo um artigo explicativa da NHK, a televisão estatal, em seu web site, das 1553 hastes, 1331 têm alto teor de radiação. Se usarmos aritmética simples e subtrairmos 1331 de 1553, resulta em 222 hastes com menor teor de radiação. Se os dirigentes da TEPCO não forem “patrícios brasileiros”, desculpem a piada neste momento tão grave, devem ter começado o trabalho retirando as hastes que apresentam menos risco. Mas não seria de espantar se optassem por outro caminho. 

 No entanto, segundo acaba de noticiar a NHK, é provável que na segunda leva comecem a retirar as hastes com mais radiação, em vez das menos radioativas. Isto, por qualquer ângulo que se olhe, só pode demonstrar o desespero e a gravidade da situação. Por que não gastar mais alguns dias retirando o material menos perigoso, ao mesmo tempo que os trabalhadores vão se acostumando com o trabalho? É uma pergunta à qual não temos resposta no momento. 

 Segundo esclarece a própria TEPCO, na medida em que as hastes forem retiradas, será possível verificar se houve ou não danificação, pelo facto de o telhado do reator ter caído em cima delas. Os materiais de construção maiores foram retirados, mas a TEPCO esclarece que parte dos destroços entrou nos pequenos vãos existentes entre as hastes e não foi possível retirá-los. O curioso é que todos são unânimes em dizer que o processo é complexo e envolve riscos, mas ninguém explica exatamente do que se trata. Ninguém, nem o presidente da TEPCO nem o primeiro-ministro Abe, declara que a população pode ficar tranquila, que não existem riscos. A maioria deverá estar de acordo que alguma coisa precisa de ser feita e que as hastes devem ser retiradas. O principal motivo é que edifício do reator 4 está muito abalado e não aguenta um terremoto forte, que são frequentes na área de Fukushima. A decisão de começar a retirar de imediato as hastes com mais radiação pode significar que o temor de que o prédio do reator número 4 desabe num terremoto é muito maior do que se tem noticiado.

O QUE TIVEMOS ATÉ AGORA FOI SORTE, APENAS ISSO

Mas a grande pergunta que fica no ar é se as pessoas precisam estar em volta de Fukushima durante esse processo. Pessoalmente acredito que não, o melhor seria evacuar. Uma ordem de evacuação por parte do governo teria um significado econômico profundo e, por esse motivo, nenhum governo capitalista poderia fazê-lo, principalmente o imperialismo japonês. 

 O governo japonês já decidiu que vai manter a população sob risco. E, cinicamente, sabe que uma parte irá sair da área por conta própria, sem onerar os cofres públicos com indenizações e coisas do tipo. Provavelmente, a questão de Fukushima põe-nos diante de um dos anos mais críticos da história humana.


FONTE: ESQUERDA NET


MARCADORES: RADIAÇÃO, FUKUSHIMA, CATÁSTROFE NUCLEAR, HERCÓLUBUS SE APROXIMA DA TERRA


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

ERUPÇÃO VULCÂNICA FORMA NOVA ILHA NO JAPÃO - NOVEMBRO DE 2013



Nova ilha está localizada a cerca de mil quilômetros de Tóquio; Guarda Costeira emitiu alerta por conta da fumaça 


A erupção de um vulcão provocou o surgimento de uma nova ilha na costa de Nishinoshima, uma pequena e desabitada ilha no arquipélago de Ogasawara, cerca de mil quilômetros ao sul de Tóquio, no Japão, de acordo com informações da Guarda Costeira e de especialistas. A Guarda Costeira emitiu alerta na quarta-feira (20) por conta da fumaça emitida pelo vulcão. A pequena ilha e o arquipélago fazem parte do “Anel de Fogo”, região em atividade sísmica.

FONTE: ÚLTIMO SEGUNDO





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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

140 MIL TONELADAS DE RESÍDUOS NUCLEARES AMEAÇAM O ECOSSISTEMA DO OCEANO ATLÂNTICO!



Cerca de 140 mil toneladas de resíduos nucleares estão ‘poluindo’ uma grande área do Atlântico e apesar da falta de agências internacionais para o problema, poderá ter consequências inesperadas para toda a região. 

 De acordo com os dados disponíveis da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), estes resíduos foram submersos na chamada Fossa Atlântica por vários países europeus, incluindo o Reino Unido, Bélgica, França, Holanda, Alemanha, Suécia, Suíça e Itália, entre 1949 e 1982. 

Resíduos tóxicos em tambores de aço e concreto foram lançados em cerca de 30 locais diferentes da área do oceano. 

 Segundo o jornal espanhol El Pais, os últimos tambores, lançados pela Holanda em 1982, encontram-se agora a 650 km da Galiza, enquanto que os resíduos nucleares submersos pelo Reino Unido em 1964 estão ainda mais perto da costa espanhola, a cerca de 200 km das Astúrias. 

 O jornal observa que o estado de conservação atual dos recipientes é desconhecido. A situação geral está fora de controle, como o Conselho de Segurança Nuclear da Espanha, que apenas monitoriza a radioatividade e também como o lixo permanece fora das águas nacionais, são da responsabilidade das organizações internacionais.

 O Secretário Geral da Organização Marítima Internacional, disse por sua vez, que há alguns anos não considera o controle de resíduos tóxicos na Fossa Atlântico como política de uma “linha de prioridade” da entidade deste que a AIEA descreveu como resíduos de baixo nível. 

O jornal espanhol salienta que este caso é semelhante em alguns aspectos ao petroleiro Prestige, o maior desastre ambiental da Espanha nos últimos anos. 

 O Prestige afundou há 11 anos ao largo da costa da Galiza e causou um derrame de 77 mil toneladas de combustível. Naquela época, o derramamento de óleo causou grandes danos aos ecossistemas e espécies marinhas da área.


FONTE: OS BASTIDORES DO PLANETA



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